Um jovem ambientalista tenta conscientizar todos da importância de preservar a natureza. O curta-metragem foi apresentado no festival Só Curtas 2010, de Ji-Paraná/Rondônia.
O vídeo-documentário, apresentado no Festival Só Curtas, de Ji-Paraná, em 2010, retrata a nação Amondawa. Essa comunidade indígena foi vítima do avanço da civilização por meio de projetos de colonização incentivados pelo governo federal do Brasil, a partir do final da década de 70.
O rio e a navegação na Amazônia são os temas do "Vento Norte", um programa que convida o telespectador a desbravar o maior rio do mundo é o desafio do
“Vento Norte”. Curiosidades geográficas, dicas de segurança fluvial, navegação,
embarcações e pessoas que vivem e dependem dos rios amazônicos são destaques do
programa.
O "Espaço Brasília" tem o objetivo de
enfatizar a discussão amazônica, por meio de entrevistados como parlamentares,
ministros, secretários, prefeitos, governadores, e ainda, o próprio presidente
da República. O programa amplia as discussões amazônicas e propicia um
maior espaço de divulgação aos assuntos tratados na capital federal.
Conhecimento popular e científico unidos para mostrar o uso da natureza para a saúde do homem na Amazônia. O “Ervas e Plantas Medicinais” é um programa
pioneiro no tema e que pretende
destacar o desenvolvimento sustentável, a educação ambiental e os benefícios
e as propriedades das ervas e plantas nativas da região.
O curta-metragem aborda as viagens do Fest Cineamazônia Itinerante, levando o cinema para lugares distantes dos grandes centros artísticos brasileiros e de países da América Latina. “Pelo caminho da poesia viajamos com o Fest Cineamazonia Itinerante. Cinema que expõe a beleza e a desolação da natureza. Que interpreta a franqueza e a gradeza do ser humano. Visita a realidade para lembrar que é possível e necessário sonhar”.
Outras informações
- Direção:
Jurandir Costa e Fernanda kopanakis
- Ano: 2009
- Cidade/UF: Porto
Velho/RO
- Duração: 22 min 41 seg
- Vídeo apresentado no Festival Só Curtas 2010, em Ji-paraná
Curta-metragem premiado nas categorias Melhor Vídeo Rondoniense e Prêmio CATV de Melhor Filme Rondoniense, na 9ª edição do Festcine Amazônia (2011), Festival Latino Americano de Cinema e Vídeo Ambiental.
Curta-metragem documenta a “brutalidade e a indiferença dos grandes projetos de desenvolvimento da Amazônia em relação às comunidades locais, focando sua atenção numa ilha do Rio Madeira (RO) que está sendo destruída por uma hidrelétrica em construção”.
Documentário selecionado pelo Edital de apoio à Produção de Documentários Etnográficos - Etnodoc 2009
O que aconteceu com os seringueiros que extraíam borracha na Amazônia para ajudar, durante a Segunda Guerra Mundial, os Aliados?
A maioria morreu sem nenhuma assistência na própria floresta que a propaganda de guerra divulgava como paraíso. O Acre foi seu destino preferido e é nesse cenário de luta pela preservação ecológica que os sobreviventes contam como a promessa de riqueza deu lugar à solidão e ao desamparo.
Em meio a imagens da região nos anos 1940, nas cidades de Rio Branco, Plácido de Castro e Xapuri, eles mantém a memória acesa e não sucumbem à infelicidade, mesmo que o outono de suas vidas tenha chegado.